Planeta Sustentável
A lâmpada fluorescente não é ecologicamente sustentável

Esta ideia de trocar a lâmpada incandescente pela fluorescente em nome da economia de energia e em benefício do meio ambiente vem parecendo mais uma das pseudos soluções sustentáveis, quando, na realidade, significa um novo nicho de grandes lucros de empresas que, como sempre ocorre fazem qualquer coisa, inclusive posarem de ambientalmente corretas, um rótulo que vale ouro, literalmente.


Já está comprovado que ela faz mal à saúde, como pode ler no artigo: A luz fria faz mal, sim ainda não foi divulgado a contento como elas são compostas, quando se sabe da extrema simplicidade de uma lâmpada incandescente, e do relativo baixo impacto ambiental do seu descarte.


O mesmo não ocorre com a fluorescente que tem uma estrutura mais complexa e representa elevados riscos ambientais e de saúde quando quebradas ou descartadas indevidamente, já que não podem ir para o lixão ou mesmo para um aterro sanitário, exigindo o recolhimento pelo fabricante, o que até agora nada foi feito, em que pese o já elevado consumo e as regulamentações da nova Lei de Resíduos Sólidos, que ainda não funcionam.


Elas possuem mercúrio (elemento químico) e fósforo em sua composição. É classificada como contaminante químico. Caso tenha destino inadequado, a lâmpada fluorescente pode poluir o ar, solo, lençóis freáticos, rios, chuvas, animais e o homem, comprometendo a cadeia alimentar. Deve ser destinada a empresas de reciclagem. (Wikipédia) 


O que, como disse acima, ainda não ocorre.


Claro que a diferença de consumo de energia entre as duas é significativo, mais os fatores complicadores para a saúde e o meio ambiente, não justificam o risco. A solução seria o desenvolvimento de uma tecnologia tão eficiente no consumo, mas, segura no que se refere aos problemas apresentados.


Ao se adotar esta opção, sob força da lei, como já fez a União Europeia, gera a acomodação e é um desestímulo à procura por solução ecologicamente correta e sustentável.



Publicado originalmente em Metanoverde



É inaugurado o primeiro módulo de pesquisas do Brasil na Antártica

O primeiro módulo científico brasileiro acaba de ser criado dentro do Programa Antártico Brasileiro, o Criosfera 1. O INPI ( Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) que já realiza pesquisas na região há mais de 25 anos ao lado de outras instituições, irá receber informações diárias por satélite dos dados meteorológicos coletados pelo Criosfera 1, com a intenção de obter análises sobre os reflexos dos poluentes gerados na América do Sul e em outras partes do mundo no continente antártico.

Agência FAPESP - Cientistas inauguraram o primeiro módulo brasileiro no interior da Antártica, o Criosfera 1, durante cerimônia realizada em 12 de janeiro no acampamento avançado, localizado a 84°S. Após quase um mês no continente gelado, enfrentando sensações térmicas de até 42°C negativos, o grupo concluiu o trabalho de instalação de todos os equipamentos internos e externos do módulo.


As primeiras transmissões de dados meteorológicos, em fase de teste, foram enviadas via satélite no início de janeiro para o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Continue lendo…

Brasil vai precisar de mais três Itaipu

Segundo um estudo divulgado pela estatal Empresa de Pesquisa Energética (EPE) (04/01/12), para suprir a demanda prevista de energia em 2021 e manter o seu ritmo de crescimento, o Brasil vai precisar de outras três hidroelétricas equivalentes a Itaipu.

O que significa que a demanda de energia em 2021 será 56% superior à do ano passado, ou saltara de 472 mil megawatts hora em 2011 para 736 mil megawatts hora em 2021.

Este volume equivale ao produzido por três hidrelétricas de Itaipu, a segunda do mundo, que o Brasil compartilha com o Paraguai.

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Demanda de energia no Brasil vai precisar de mais três Itaipu. Confira!

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O “mito” do aquecimento global entranhou de tal maneria nos meios de comunicação, que o contraditório ou a refutação que são inerentes ao processo de produção científica foram inteiramente revogados, e os opositores desta ideia já hegemônica, são silenciados a partir do momento em que não teem qualquer visibilidade na mídia internacional que historicamente servem a interesses nem sempre, ou quase nunca, revelados ou confessados.


Confira o vídeo acima, o 1º, de 8 e clique no link: A grande farsa do aquecimento global e veja o restante, isto se você preferir ouvir outros lados da “verdade”, e com isso tirar as suas próprias conclusões e não apenas se fiar nos Jornais Nacionais da vida, embora seja mais cômodo, mas, com certeza, menos inteligente.


Publicado originalmente em Metanoverde

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